Antibióticos, O que são, tipos e principais exemplos

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O que são antibióticos?

antibioticos-que-eAntibióticos são medicamentos utilizados exclusivamente para a exclusão de bactérias sem danificar as células de nosso corpo. Existem muitos tipos de antibióticos diferentes para que haja efeito em todo classe de bactéria adverso ao nosso corpo. Eles são medicamentos que funcionam somente em bactérias e não são capazes de expulsar vírus e fungos.

O primeiro antibiótico revelado foi a penicilina. Ela foi descoberta por acidente pelo dr. microbiologista inglês Alexander Fleming. Este fazia estudos atrás de um jeito de evitar infecções bacterianas.

Tirou descanso no mês de agosto de 1928 e esqueceu de colocar várias das placas de amostras bacterianas em frigoríficação. No mês seguinte, ao retornar ao trabalho, descobriu a exemplar contaminado por mofo. Quando ia rejeitar o exemplar, um colega o visitou e perguntou sobre a busca.

Fleming empregou as amostras que tinha para explicar o trabalho e percebeu que, em uma delas, havia um círculo transparente ao volta do mofo que contaminava as bactérias, indicando que este produzia uma substância bactericida.

Após coletar amostras do mofo e fazer mas testes, foi produzida a penicilina, o primeiro antibiótico, pela primeira vez.

Como funcionam os Antibióticos?

Bactérias invadem o corpo do hospedeiro e utilizam os recursos do corpo para se reproduzir, dobrando em quantidade a qualquer ciclo de reprodução, que deve durar várias horas ou poucos minutos.

Quando chegam em certo número, começam a danificar o corpo, modificando o ambiente a seu volta. O sistema imunológico logo é ativado e trava uma guerra com as bactérias, pesquisando expulsar a infecção.

Varias vezes, a guerra deve durar dias e nem continuamente o corpo é capaz de vencer. Quando isso acontece, as bactérias matam o hospedeiro.

Ocasionalmente o corpo deve até conseguir expelir as bactérias, porém dependendo de quão potente o sistema imunológico ou as bactérias são, podem ter sequelas no corpo. É aí que entram os antibióticos: eles servem para auxiliar o corpo.

Qualquer classe de antibiótico possui um efeito dissemelhante e nem toda bactéria é sensível a todo antibiótico. Poucos tipos funcionam matando as bactérias e alguns impedem a reprodução delas, evitando que se multipliquem e conquistem o corpo. O sistema imunológico logo consegue finalizar as poucas bactérias sobreviventes e as que não estão mas se reproduzindo.

Tipos de ação

Os antibióticos modernos podem ser divididos em dois tipos, dependendo de como é seu funcionamento. São eles:

Bactericidas

Os bactericidas são os antibióticos que matam as bactérias. Eles podem fazer isso de várias formas, reduzindo seus números extremadamente e facilitando tudo para o sistema imunológico.

Existem vários jeitos de um antibiótico assassinar uma bactéria. A penicilina, por ex, o faz destruindo a parede celular das bactérias e impedindo sua associação, matando-as. Outro forma usada por antibióticos para eliminar as bactérias é a inibição da produção de ácido fólico. Sem essa substância, a bactéria morre.

Bacteriostáticos

Bacteriostáticos são antibióticos que impedem as bactérias de se reproduzir. Deste modo, o número de bactérias para de evoluir, para logo passarem a morrer naturalmente e serem mortas pelo sistema imunológico, sem sobrecarregá-lo.

Os bacteriostáticos impedem que as bactérias se multipliquem. Eles podem inibir a associação de proteínas das células, o que as impede de se dividir. Ainda podem impedir a geminação do ADN da bactéria, o que faz com que parem de se multiplicar, deixando que o sistema imunológico as elimine de forma eficiente.

Poucos desodorantes utilizam químicos bacteriostáticos, evitando que bactérias que podem estar presentes no suor se multipliquem e emitam odores.

Tipos de antibióticos

Existem diversas variedades de antibióticos que são usados para diferentes tipos de infecção.

Os antibióticos são separados conforme suas estruturas químicas e mecanismos de ação. As classificações são as seguintes:

Aminoglicosídeos

Empregado para cuidar infecções severas por bactérias gram-negativas como a Escherichia coli. Deve ocasionar toxicidade do nervo vestibulococlear. Antibióticos aminoglicosídeos penetram na bactéria e inibem a associação de proteínas dela, matando-a. Um dos representantes é a neomicina.

Ansamicinas

Este antibiótico foi desenvolvido para a redução de células tumorais. Mesmo que antibióticos agirem em bactérias, este ataca tumores usando o mesmo mecanismo empregado para expelir os micróbios.

Ainda está em período experimental. Deve fomentar toxicidade do fígado, dos rins e do sistema gastrointestinal. Um dos representantes é a herminicina.

Carbacefem

Usado para infecções respiratórias e urinárias. Pode ser representado pela loracarbefe.

Carbapenem

Um antibiótico de amplo espectro, é usado tanto para bactérias gram-positivas quanto para gram-negativas. Ele previne a divisão celular da bactéria ao inibir a produção da parede celular. Um dos representantes é o meropeném.

Cefalosporinas (primeira a quinta geração)

As cefalosporinas são divididas em diversas gerações. Cada uma possui algumas diferenças em relação a anterior, frequentemente em sua eficácia contra resistências.

As cefalosporinas de terceira geração, por ex, são eficazes em bactérias gram-positivas e gram-negativas e são repetidamente utilizadas em infecções hospitalares, que costumam ser resistentes a vários antibióticos por causa de seu lugar de reprodução.

As de quarta geração possuem o mesmo efeito, porém são mas eficazes ainda contra bactérias gram-positivas e mas eficazes contra bactérias resistentes a terceira geração.

As cefalosporinas podem ser representadas pela cefalexina, da primeira geração.

Glicopeptídeos

Usados em pacientes em estado grave e com hipersensibilidade a antibióticos betalactâmicos, como as penicilinas e as cefalosporinas. Um glicopeptídeo é a teicoplanina.

Macrolídeos

Utilizados contra infecções pela Doença de Lyme e sífilis. Alguns macrolídeos podem ser utilizados contra a pneumonia. A azitromicina é um dos representantes.

Monobactamas

Utilizadass contra bactérias gram-negativas aeróbias, como enterobactérias. São inativas contra gram-positivos e bactérias anaeróbicas. O aztreonam representa uma monobactama.

Penicilinas

Penicilinas são usadas contra varios tipos de infecções. Foram os primeiros antibióticos e possuem um amplo espectro de ação. A amoxicilina faz parte deste grande grupo.

Antibióticos polipeptídicos

Podem ser utilizados em casos de infecções oculares e urinárias. A colistina, que pertence a este grupo, é utilizada para combater infecções hospitalares pois, devido a seu pouco uso, poucas bactérias desenvolveram resistência a ela.

Quinolonas

Utilizados em infecções do trato urinário, diarreia bacteriana, prostatites originadas por bactérias e gonorreia, entre outros. Representado pelo ciprofloxacino.

Sulfonamidas

Este tipo de antibiótico é usado contra infecções urinárias e por salmonela. A sulfadimetoxina faz parte deste grupo.

Tetraciclinas

Infecções por de clamídia, sífilis e acne podem ser tratadas pelas tetraciclinas, entre outras. A tetraciclina faz parte deste grupo e é o antibiótico que dá seu nome.

Lincosamidas

Utilizado para prevenir infecções depois da realização de cirurgias e para o tratamento de acne. A lincomicina faz parte deste grupo.

Diversos antibióticos

Cada uma dessas classes cobija vários antibióticos diferentes. Eles agem de forma parecida em seu classe, porém qualquer nível age de forma dissemelhante da outra. Algumas são mais agressivas e ocasionam efeitos colaterais diferentes ou são, até mesmo, capazes de ocasionar danos no corpo.

Existem ainda os antibióticos que não se encaixam em nenhuma destas classificações, como é o caso do etambutol, um antibiótico utilizado para o tratamento de tuberculose e que age através da inibição da formação da parede celular das bactérias.

Os mais usados

Os antibióticos mais utilizados são os seguintes:

  • Ciprofloxacino;
  • Amoxicilina;
  • Ampicilina;
  • Azitromicina;
  • Cefalexina;
  • Tetraciclina

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um fármaco sem de antemão perguntar um Dr. Tão somente este poderá manifestar que remédio, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse sítio têm unicamente a pretensão de informar, não pretendendo, de modo algum, substituir as orientações de um profissional ou servir como recomendação para qualquer classe de tratamento. Siga continuamente as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Como saber qual o antibiótico mais indicado?

Somente o dr. será capaz de indicar que o antibiótico mais adequado para o seu caso. Contate seu dr. caso você acredite que está lidando com uma infecção bacteriana.

Um dos principais métodos para a escolha do antibiótico que será empregado em qualquer bactéria é a técnica de Gram, porém também deve ser necessário uma cultura bacteriana para estabelecer o fármaco adequado.

A técnica de Gram

A técnica de Gram foi desenvolvida no final do século XIX por Hans Christian Joachim Gram, um dr. dinamarquês. A técnica envolve matizar as paredes celulares da bactéria com um colorante roxo e um fixador, o lugol.

Tanto bactérias gram-negativas quanto gram-positivas absorvem o colorante e o lugol de forma idêntica e adquirem uma cor arroxeado. Logo é utilizado etanol 95% ou acetona na bactéria.

No caso de bactérias gram-negativas, as paredes são dissolvidas e a coloração é eliminada. Já nas gram-positivas, as paredes celulares se contraem, tornando-as impermeáveis, e a coloração se sustenta.

Enfim, é empregado outro cor, a fucsina. Ao observar o resultado no microscópio, as bactérias gram-positivas aparecerão em cor arroxeado. As gram-negativas estarão avermelhadas ou rosadas.

Esse teste é capaz de indicar se aquela bactéria específica tem paredes celulares mas finas e sensíveis (gram-negativas) ou espessas e resistentes (gram-positivas) para determinar que classe de antibiótico deve ser empregado.

Cultura bacteriana

Além da técnica de Gram, outros testes devem ser feitos para identificar que bactéria está presente e que classe de antibiótico é efetivo nela. Várias bactérias podem ser de cepas resistentes e é necessário ter testes para descobrir o tipo ideal de fármaco.

Para isso, são realizadas culturas bacterianas. Coleta-se uma exemplar das bactérias, que são colocadas em um ambiente propício para sua reprodução. Quando houver bactérias o bastante, é provável identificá-la e fazer testes com numerosos antibióticos diferentes para descobrir quais funcionam ou não naquela bactéria própria.

Bactérias

Bactérias são o menor tipo de ser vivente que existe. A maior parte delas é inofensiva para o homem. Trilhões delas residem em seu corpo, vivendo inofensivamente em você, sob controle do sistema imunológico.

Porém, várias delas podem fazer problema e, até o desenvolvimento do primeiro antibiótico, infecções causavam milhões de mortes, visto que a tratamento dependia completamente do sistema imunológico do paciente.

Antes, tuberculose era uma sentença de morte e um incisão na mão podia facilmente levar no final de uma vida. Os antibióticos salvaram milhões de pessoas no percurso dos anos e, junto da vacinação, foram marcos da medicina moderna. Acreditava-se que, por motivo de eles, eliminaríamos todas e cada uma das doenças causadas por bactérias, porém não foi muito isso que aconteceu.

Resistências

Bactérias são seres vivos e, da mesma maneira que nós, estão sujeitas a adaptações ao ambiente. Os antibióticos tornam o ambiente extremamente hostil para as bactérias, porém não são capazes de varar 100% delas.

Usualmente, isso não é um entrave, visto que o próprio sistema imunológico costuma dar conta das poucas sobreviventes, porém no momento em que uma bactéria resistente ao antibiótico escapa, ela deve se reproduzir.

De forma, uma nova infecção deve começar e dessa vez ela será imune ao antibiótico, dado que as bactérias da nova infecção são descendentes de uma bactéria resistente.

Presentemente, antibióticos exatamente a mesma família da penicilina ( hoje em dia chamadas de penicilinas) são usados, porém a própria penicilina, descoberta por Fleming, quase não aparece. Isso acontece porque a maior parte das bactérias no planeta desenvolveram resistência à penicilina.

Aliás, várias bactérias são capazes de transferir sua imunidade para outras bactérias vivas, e várias podem coletar ácido desoxirribonucleico de bactérias mortas e aspirar suas resistências. Isso deve suceder também entre espécies diferentes de bactérias, desenvolvendo uma superbactéria, resistente a vários antibióticos.

Superbactérias

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Superbactérias são resistentes a diversos antibióticos. Elas podem ser criadas por intermédio de mutações naturais ou, o que é mais comum, o errado uso de antibióticos.

Antibióticos são receitados em doses específicas e por tempos específicos porque estas são as doses e o tempo necessário com finalidade de a infecção seja eliminada.

Varias pessoas param de tomar o antibiótico quando percebem que os sintomas se foram, porém isso só quer dizer que a quantidade de bactérias presentes não é mas o suficiente para causar sintomas.

Em um tratamento com antibiótico de 10 dias, as bactérias menos resistentes podem morrer no primeiro dia, enquanto as mas resistentes podem morrer no sétimo dia. Porém, se o paciente deixar de tomar o antibiótico no quinto dia, as mas resistentes ficarão vivas.

Elas terão sido expostas ao antibiótico e podem desenvolver resistência a este. Depois disso, elas se multiplicam, espalhando a resistência, e quando a doença retornar, o mesmo antibiótico não fará mas efeito.

Quando esse tipo de conduta se repete com muita regularidade, as diversas gerações de bactérias, que se espalham pelo mundo ao redor da persona contaminada, adquirem várias resistências.

Isso é mormente comum em hospitais, onde as bactérias podem ser expostas a vários pacientes, antibióticos e outras bactérias que podem transferir suas resistências umas para as outras.

Antibióticos de emergência

Para enfrentar com bactérias resistentes, utilizam-se vários tipos diferentes de antibióticos, além de alguns que são controlados para uso essencial contra bactérias resistentes a diversos antibióticos. Existem regras para a utilização deles, para evitar a geração de uma superbactéria que seja imune.

Colistina

A colistina é um antibiótico de urgência que foi revelado em 1959, porém pouco utilizado por ocasionar danos no fígado. Por consequência, poucas bactérias possuem resistência a ela, e em casos de bactérias imunes a vários antibióticos, repetidamente contraídas em hospitais, a colistina era utilizada.

Porém, em 2015, descobriu-se que existem bactérias que desenvolveram resistência à colistina na China. Isso aconteceu porque o remédio é oferecido há anos, de forma preventiva, a porcos, para evitar que as criações fiquem doentes.

Porém, as bactérias nesses animais desenvolveram resistência à droga e se espalharam para os humanos.

Efeitos colaterais

Existem vários tipos diferentes de antibióticos e seus efeitos colaterais são variados. Os mas comuns, porém, envolvem as bactérias que são eliminadas. Bactérias benéficas que residem na vagina e no intestino podem ser afetadas pelo fármaco.

Fezes moles, diarreia e náusea são efeitos colaterais comuns.

Gravidez

Utilizar antibióticos durante a gestação deve ser evitado. Alguns dos mas fortes podem fomentar má formação do embrião. O dr. deve ser informado de qualquer infecção que afete a mulher gestante para ser capaz de indicar o tratamento ideal.

Alergia

Existe a possibilidade de o paciente ser alérgico ao antibiótico. Então, o tratamento deve ser interrompido urgentemente e é necessário ver um dr. com o propósito de que a troca de fármaco seja realizada. É essencial que esta troca seja feita o mas rápido possível.

Os principais sintomas da alergia ao antibiótico são erupções na pele, falta de ar e inchaço na boca e língua.

Outros efeitos

Com a variedade de antibióticos, diversos efeitos colaterais podem surgir. Entre eles:

  • Perda de audição;
  • Vertigem;
  • Lesão, cálculos ou insuficiência nos rins;
  • Lesão cerebral;
  • Diminuição do número de glóbulos brancos;
  • Sensibilidade à luz (fotofobia);
  • Pigmentação dos dentes;
  • Lesão ocular;
  • Pressão arterial temporariamente baixa;
  • Convulsões;
  • Lesão hepática;
  • Dor de cabeça;
  • Sabor metálico na boca;
  • Mudança na coloração da urina;
  • Diarreia.
  • Náusea.

Antibiótico engorda?

Não! Antibióticos não engordam. O que acontece é que poucos antibióticos podem ocasionar excesso de gases durante o tratamento, o que deve dar a sensação e aspecto de ventre inchada. Isso é passageiro e logo que o tratamento for concluído, o excesso de gases também irá embora.

Interações medicamentosas

Antibióticos são vários medicamentos diferentes e qualquer um deles tem interações medicamentosas variadas e específicas. Por ex, a carbamazepina, um fármaco empregado para o tratamento de epilepsia, possui o efeito reduzido durante o uso de antibióticos.

É essencial informar o dr. de qualquer remédio que esteja sendo utilizado durante o tratamento antibiótico, com a finalidade de que este tenha como ajustar a dose ou eleger um tipo de antibiótico que não interaja com seu remédio.

Anticoncepcionais

Por bastante tempo existiu o susto de que antibióticos reduzissem o efeito de anticoncepcionais. Existia a teoria de que o efeito de poucos antibióticos nas bactérias do intestino reduzisse a aspiração e a concentração do hormônio da pílula no corpo da mulher. A teoria fazia sentido, porém estudos não foram feitos para se desvendar a validade dela.

Entretanto, nas últimas décadas, o obstáculo foi pesquisado. Estudos comprovaram que um antibiótico é capaz de reduzir a eficiência da pílula anticoncepcional: a rifampicina, um fármaco empregado para o tratamento da tuberculose.

Vários outros antibióticos foram testados em vários estudos e nenhum outro fez diferença no efeito da pílula. Assim sendo, o uso de antibióticos por mulheres que tomam anticoncepcionais orais – incluindo a pílula do dia seguinte – é garantido.

Se a mulher precisar tomar a rifampicina, recomenda-se utilizar outros métodos contraceptivos, como o preventivo ou o DIU.

Poucos médicos ainda podem recomendar, por segurança, que a mulher use o preservativo ou outro método durante o tratamento com antibióticos. Não há nenhum obstáculo em continuar esse parecer.

Como e quando usar corretamente

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Antibióticos foram uma revolução na medicina moderna, porém atualmente são usados sem o zelo necessário. No Brasil, a partir de 2010, existem leis que limitam a compra indiscriminada de antibióticos. Para a venda do fármaco, é imprescindível a apresentação de receita em duas vias, uma das quais fica com a farmácia.

Utilizar o fármaco de forma correta ajuda a prevenir a geração de resistências e de superbactérias, além de tornar a tratamento da doença mas garantida para o paciente.

Quando usar?

A utilização de antibióticos deve ser um último recurso. Se você está se sentindo doente, vá ao dr. para desvendar que é a doença e não assuma que é uma bactéria.

Varias doenças são causadas por vírus, fungos, protozoários e parasitas, e antibióticos não funcionam contra esses agentes patológicos. Tomar o remédio irá somente afetar as outras bactérias de seu corpo, as que não estão causando obstáculos, e criará resistência nelas.

Você só deve utilizar antibióticos quando o dr. receitar, dado que este tem o conhecimento de que antibiótico deve ser empregado para que bactéria, e também é este quem sabe que a dose, horários e tempo de tratamento.

Sempre respeite doses e horários

Qualquer antibiótico possui seus horários e doses específicas para fazer efeito e expulsar as bactérias de forma eficiente. Se você deixar que a concentração de fármaco no corpo fique baixa demais, as bactérias podem ter chance de se reproduzir de novo.

Entretanto, você não deve tomar mas do que a dose receitada pelo dr., dado que isso deve trazer efeitos colaterais indesejados e perigosos.

E se eu esquecer?

Em caso de esquecimento de uma dose, tome o remédio logo que puder e lembrar. Mantenha o espaçamento entre as doses.

Se você precisava tomar uma dose a cada 8 horas, porém esqueceu de uma e só se lembrou quatro horas depois, tome uma dose logo que lembrar e a dose seguinte deve ser tomada 8 horas depois.

O que faço quando o Antibiótico me curou?

Prossiga tomando o remédio até o término do tratamento. É extremamente essencial que não se pare de tomar o antibiótico quando os sintomas forem embora. Quando seus números caem, as bactérias param de fomentar sintomas, porém muitas delas ainda estão presentes.

Se você suspender com o antibiótico, as chances de elas voltarem a se reproduzir são altas, e pior, elas podem desenvolver resistência ao fármaco visto que unicamente as mas fortes sobreviveram até aquele ponto.

Repetidamente, a quantidade de doses de um tratamento antibiótico combina com a quantidade de doses nas caixas do remédio, e chegar ao fim da caixa é necessário.

O que fazer com as sobras?

É provável que sobrem doses de antibiótico no final do tratamento. Eles devem ser descartados. Guardar antibióticos para uso posterior deve facilitar a geração de bactérias resistentes, dado que a quantidade que sobra não deve ser o bastante para um tratamento.

É essencial que o descarte seja feito de forma correta. Jogar antibióticos no esgoto através do retrete ou no lixo geral deve expôr bactérias destes lugares ao fármaco, o que também deve fomentar resistências que podem se espalhar.

Várias farmácias, além de postos de saúde, recebem medicamentos vencidos e sobras de tratamento para descarte adequado.

Beba bastante água

Tomar agua ajuda o fígado a filtrar o sangue com maior facilidade, eliminando tanto bactérias mortas quanto resquícios do remédio. É recomendável ingerir à volta de 2 litros de agua por dia.

Durante a história da humanidade, bactérias causaram incontáveis mortes até o momento que conseguimos, em meados do passado século, desenvolver uma defesa que virou o jogo. Porém, as bactérias ainda estão presentes, evoluindo e se adaptando a nossa melhor arma contra elas, desse modo é preciso utilizar os antibióticos com zelo e sabedoria.

Compartilhe este artigo com seus amigos para eles saberem a relevância de utilizar antibióticos com responsabilidade!

Referências

https://www.youtube.com/watch?v=xZbcwi7SfZE
http://www.prac.ufpb.br/anais/IXEnex/extensao/documentos/anais/6.SAUDE/6CCSDCFOUT02.pdf
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